"Ajuda militar" para a UCRÂNIA brota aos bilhões de dólares. Na verdade sem sair um dólar dos Estados Unidos. Tudo pra comprar material bélico fornecedo pelo famoso COMPLEXO INDUSTRIAL MILITAR denunciado pelo Pres. Eisenhower nos anos 50. Tudo pago pelo Estado americano com dinheiro dos contribuintes.
Ajuda contra a fome no mundo ou mesmo aqui para o Brasil, nada. Neca de catibiriba. Temos 20 milhões de brasileiros, metade da população da UCRANIA, quatro vezes mais do que os refugiados de guerra daquele país, ganhando menos de 2 dólares por dia, em situação de miséria e insegurança total. Nenhuma palavra de solidariedade do "Ocidente" para com eles.
Algo me diz que há algo mais nos céus da Ucrânia do que os mísseis russos... 

 


 

EDITORIAL 10 maio BOM DIA DEMOCRACIA


Vai ter golpe? – Debate Conjuntura Política -RED dia 6 maio 22
https://youtu.be/Qc7RMFv_3IY
Benedito T. Cesar, P.Timm e Marcia Dias (C.Política/UNIRIO)

Xadrez de como será o golpe da urna eletrônica, por Luís Nassif .Se o STF, a PGRv e o MP do DF não agirem a tempo, as cenas serão concretizadas. Será o golpe mais antecipado da história, sem tanque nas ruas
Luis Nassifluis.nassif@gmail.com - Publicado em 9 de maio de 2022 - https://jornalggn.com.br/politica/xadrez-de-como-sera-o-golpe-da-urna-eletronica-por-luis-nassif/

MP pede ao TCU investigação de contrato do Exército com empresa israelense, revelado pelo BdF
General que questiona o TSE contratou empresa que tem ex-diretor de Bolsonaro como executivo, mostra reportagem
Publicado BRASIL DE FATO -https://www.brasildefato.com.br/2022/05/09/mp-pede-ao-tcu-investigacao-de-contrato-do-exercito-com-empresa-israelense-revelado-pelo-bdf


'Bolsonaro, seus dias estão contados. Não adianta desconfiar de urna. O que você tem é medo de perder as eleições e ser preso', diz Lula em Belo Horizonte G1 DIA 10 maio.
Pré-candidato do PT à presidência esteve em evento no Expominas, na tarde desta segunda-feira (9) em BH.

Aumenta a temperatura política no país. Inúmeros articulistas destacam o clima claramente golpista que vai associando , cada vez mais, o Presidente Bolsonaro com lideranças militares, os quais se interligam, via General Heleno, Chefe da GSI, ao espírito do então Ministro do Exército, Gen. Silvio Frota, que tentou um golpe contra a abertura política conduzida pelo Presidente Geisel. Heleno era do gabinete de Frota e, inconformado, continuou conspirando contra a democracia reunindo outros militares desgostosos com os rumos do país e que viram na candidatura Bolsonaro, em 2018, uma oportunidade de voltar ao controle do país. O próprio Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, elevou seu tom de advertência contra os que atacam o processo eleitoral, o TSE, as urnas eletrônicas e a democracia. A REDE GLOBO DE COMUNICAÇÕES, igualmente, vem elevando o tom de denúncia do golpismo, evidente desde os pronunciamentos de 1º. Maio. Bom lembrar que se o golpe de 64 teve um caráter civil-militar, no bojo de campanhas envolvendo Políticos, Militares, Mídia e Igreja, como muitos defendem, o futuro golpe, em andamento, se houver, terá um caráter tipicamente MILITARISTA, em articulação com mílicias, bandas fascistas espalhadas por todo país e grupos de assalto" xiitas " fortemente treinados, sem qualquer articulação, nem internacional, nem com s sociedade civil do país. Ninguém sabe quanto tempo durará isso, mas não será o preâmbulo de uma GUERRA CIVIL pelo simples fato de que não há divisão nas FFAA, nem existe na Oposição qualquer grupo de resistência com perfil para tanto. Tratar=se-á,, portanto, de uma NOITE DE SÃO BARTOLOMEU de resultados incertos, mas grande número de vítimas. Quem sobreviver contará..


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Os fascistas não querem vitória eleitoral, mas golpe: nova estética de luta numa época sem retorno (por Tarso Genro)
https://sul21.com.br/opiniao/2022/05/os-fascistas-nao-querem-vitoria-eleitoral-mas-golpe-nova-estetica-de-luta-numa-epoca-sem-retorno-por-tarso-genro/
A disputa hoje está situada num tempo em que tudo é urgente, no qual se fundem além do que o supérfluo e o necessário, a mentira e a verdade
Os que aceitaram votar num defensor da tortura eventualmente podem ser desculpados pelo primitivismo da sua visão de mundo – fundada na ignorância e no preconceito – que repousava no seu inconsciente. Não podem ser desculpados, todavia, os que tem inteligência para sentir que o cheiro de morte e o magnetismo doentio – que exalam os atuais donos do poder – repetem todos os dias a brutalidades das velhas ações e das velhas ameaças.
Teodor Adorno (“Aspectos do novo radicalismo de direita”, Unesp,2020,pg14) escreveu que Jean Amery, “refletindo sobre a experiência dos intelectuais nos campos de concentração” – para reconhecerem o que era o mundo à época – “não exigiam nenhuma análise semântica, nenhuma sintaxe lógica: bastava olhar para a torre de vigilância ou sentir o cheiro de gordura queimada que vinha do crematório.”
O debate da graça (indulto ou anistia) concedida ao Deputado Federal Daniel Silveira revela nas redes uma contradição entre – de um lado – o volume do engajamento dos ativistas organizados na defesa das posições extremistas de direita e, de outro, os reflexos limitados do seu “trabalho”, na formação de uma opinião majoritária nas escolhas sobre a eleição presidencial.
O exame deste espaço imaterial de fluxos da opinião mostra a existência de dois universos paralelos de luta política. Eles ora se unem, compondo uma totalidade, ora se fragmentam, alterando o equilíbrio entre as forças em confronto. Não são universos estanques e ambas as facções enviam mensagens – de um espaço para o outro – através da fala dos seus líderes ou daquilo que os seus representantes formais ou informais, interpretam como seu pensamento.
O primeiro universo – das redes – ainda que de forma instável, tem sido mais fluente para circulação do golpismo, do ódio e do preconceito, e o segundo – o espaço da disputa democrática tradicional – tem sido o mais reflexivo, mais concretamente ligado à vida cotidiana das dificuldades da vida comum, entristecida pelas carências para sobreviver com dignidade.
Por dentro deste espaço – ao contrário do que ocorre nas redes, onde se reproduz majoritariamente o ódio à democracia – é que flui de forma mais racional o debate liberal e democrático, voltado para as eleições: o anonimato nas redes impulsiona os esgotos morais escondidos na consciência fascista; os holofotes da política, na luz da democracia liberal, exigem certas mediações civilizadas para que os indivíduos – à luz do Direito – possam ser ouvidos na sociedade civil com certo respeito civilizatório. Deu-se bem, Daniel?
Em 23 de abril o professor-pesquisador Emerson Cervi mostrou com dados de monitoramento e análise, que Bolsonaro “ganhou de lavada nos ambientes digitais o embate sobre a punição ao deputado da sua base”. Este anulara a separação entre a voz do esgoto – protegida pelo anonimato – e os universos de combate político na legalidade democrática.
Ao atacar diretamente o STF, quando percebeu que as redes poderiam ser mais eficazes se diretamente enfrentassem a mais alta Corte da República à luz do dia, o deputado-réu quis ampliar no espaço público a voz do seu Chefe, já sedento por um golpe miliciano inclusive contra o Exército, se for necessário, para se manter no poder.
O próprio Professor Cervi, no entanto, no seu mesmo estudo, relativiza esta vitória “bolsonarista” nas redes, imputando-a ao fato de que os direitistas extremos são mais organizados e preparados, materialmente, para um embate desta natureza. Eles já criaram meios artificiais superiores aos que detém os seus adversários\inimigos políticos, fazendo um manejo mais organizado dos mecanismos tecnológicos que dispõem para a “guerra”, mas seu alcance é incerto.
Fora das redes sociais o resultado na formação da opinião revela que o ritmo frenético das redes não é necessariamente determinante. O cientista político Antônio Lavareda, analisando a última pesquisa do IPESPE (06/05) chama atenção para o fato de que 56% desaprovaram o perdão a Daniel Silveira, contra 29% que estão de acordo. Para 35% dos entrevistados, a medida vai diminuir a chance de voto em Bolsonaro; para 20% vai aumentar e não ocorrerá nenhuma alteração na opinião de 31%.
Os resultados permitem observar que as possíveis consequências do gesto, mais prejudica do que favorece o candidato Bolsonaro. Vê-se, diz o articulista, “que embora desperte um debate relevante do ponto de vista judicial e político, seus efeitos não impactam a arena eleitoral”. A conclusão, com a qual concordo, mostra que o controle político das redes não é necessariamente a condição para a vitória, mas apenas uma das condições que podem influenciar o seu desfecho.
Atenção, todavia: as redes têm uma conexão imediata e limitada com a luta eleitoral democrática, embora tenham uma importância estratégica para criação das condições para um enfrentamento caótico entre a democracia e o golpismo, este, o meio mais eficaz para subverter o regime liberal-democrático, com a instalação do caos social e político. E mais: isso não é só desejo do “esgoto” fascista, mas uma possibilidade permanente de solução, sempre cortejada pelos mais fortes sujeitos políticos das classes dominantes do país, quando seus interesses e privilégios são minimamente ameaçados.
A esquerda precisa compreender que estes dois níveis de disputa – nas redes e no espaço político liberal-democrático tradicional – compõem um só universo, articulado por uma série de vínculos culturais e institucionais, que formam os novos Territórios da política.
A disputa hoje está situada num tempo humano em que tudo é urgente, no qual se fundem além do que o supérfluo e o necessário, a mentira e a verdade. A “impressão” da busca pelo novo e a impaciência, perante o trabalho histórico para construir uma vida renovada, não suporta mais as longas narrativas dos ciclos dotados de uma certa paz social.
A brilhante estética de luta dos velhos tempos, que conduziram a vitória do discurso político de Lula e lhe elegeram à Presidência, volta brilhantemente depois do seu novo lançamento. E deve permanecer. Mas a guerrilha das redes tem uma outra estética e uma nova linguagem que corresponde aos novos tempos, tanto de dominação do capital como da resistência às suas manifestações mais opressivas.
A combinação destas duas formas de linguagem nos seus distintos territórios onde verte a política é o que dá durabilidade, hoje, ao autoritarismo e à emergência ao fascismo. E a sábia combinação, da nossa parte, para a resistência e a ofensiva política nestes mesmos territórios difusos, onde a guerra é semeada pela extrema direita, é o que pode garantir a vitória do povo, no sentido da República e da democracia.
(*) Tarso Genro foi governador do Estado do Rio Grande do Sul, prefeito de Porto Alegre, ministro da Justiça, ministro da Educação e ministro das Relações Institucionais do Brasil.

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As opiniões emitidas nos artigos publicados no espaço de opinião expressam a posição de seu autor


Filosofia Cultura
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                           VIDEOS EDUCATIVOS –

                     Filosofia, Psicanálise e Cultura

 

 

10 Filmes sobre a “Alegoria da Caverna” de Platão

Por Philippe Torres A Alegoria da Caverna é uma das alegorias mais importantes da história da filosofia. Nela, há a história de dois homens que nascem dentro de uma caverna que, sempre de co…

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[VÍDEO] - Hans-Georg Gadamer - "Gadamer narra a história da Filosofia" - Tales, Heráclito,...

Hans-Georg Gadamer (1900 - 2002) foi um filósofo alemão considerado como um dos maiores expoentes da hermenêutica filosófica (interpretação de textos…

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Sigmund Freud - A Invenção da Psicanálise - Documentário Completo

O documentário mostra muito material fotográfico e vídeos raros como o de Jung descrevendo seu primeiro encontro com Freud e relato de Ernest Jones, como...

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Espinosa - O Apóstolo da Razão .(Completo)

Benedictus de Spinoza (Amsterdã, 24 de novembro de 1632 — Haia, 21 de fevereiro de 1677), forma latinizada de Baruch de Spinoza , depois de ser...

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[Documentário] – Friedrich Hegel – “Grandes Filósofos” – (legendado português)

Friedrich Hegel (1770 — 1831) foi um filósofo alemão. É unanimemente considerado um dos mais importantes e influentes filósofos da história.…

FILOSOFIAEMVIDEO.COM.BR

 

Anna Maria Monteiro publicou uma nota.

 

o “Aufhebung” de Hegel, suprimir, conservar e superar

Vídeo sobre a dialética hegeliana- 15 min- https://www.youtube.com/watch?v=DGJ-kDdYlIE

Aufhebung é um dos conceitos mais importantes do sistema hegeliano. Ao conter os sentidos de suprimir, conservar e elevar, ele permite designar um dos traços essenciais da proposta filosófica de Hegel, a saber, a instituição de um sistemático discurso em movimento. Isto aparece, por exemplo, no modo de desenvolvimento próprio da Fenomenologia do Espírito, a ciência da experiência da consciência: em cada uma das etapas nas quais a consciência avança em seu processo de autoconhecimento, os ensinamentos do mome..

https://www.facebook.com/notes/560490437439643/

 

 

 

 

 

 

 

Aula 03

A recepção do pensamento filosófico de Hegel na França por Kojève, Hyppolite e Koyré - e seu impacto sobre a filosofia de Derrida.

YOUTU.BE

 

 

Está online o vídeo que deveria ter ido ao ar ontem. Ele traz uma panorâmica da filosofia francesa no século XX. Infelizmente, saiu com defeito técnico (ruído), mas acho que dá para ver/escutar tranquilamente. Aos poucos, a gente vai se aperfeiçoando. Quando chegar lá pelo vídeo 5 ou 6, espero que já não tenha mais problemas :)

Mais informações (dicas bibliográficas, dados do vídeos), curtam as páginas:
Aqui: https://www.facebook.com/filosofiaemtranse/
Twitter: @filosofiatranse
Youtube: Canal Filosofia em Transe

https://www.youtube.com/watch?v=NEI1X1Mk93Y

 

 

 

 

 

 

Alexandre Almeida - Vídeo fascinaste, é um pouco longo para o face 15 minutos, mas quem ama leitura vai gostar!!!!

 

 

 

 

 

 

 

Meu amigo nietzsche

YOUTUBE.COM

https://www.youtube.com/watch?v=fhgsbkRGUKs

 

Anna Maria Monteiro

 

Uma crítica ( fundamentada) à Nietzsche!

[ Não é como muitos que o criticam simplesmente chamando Nietzsche de "comediante alemão" e não dizem em que ou onde ele estaria errado, se é que está...]

É...mas existe um mundo além da ciência! A ser visto! 

 

Quimeras filosóficas – É impossível defender a ciência, ler Nietzsche e levar ambos a sério |...

Quimeras filosóficas – É impossível defender a ciência, ler Nietzsche e levar ambos a sério Filosofia da CiênciaAnticiênciaArtigosFilosofiaout 19, 20140 7 Eu não consigo entender como uma pessoa pode afirmar-se defensora e amante da ciência e da tecnologia – que são frutos da racionalidade e do pens…

http://www.universoracionalista.org/quimeras-filosoficas-e-impossivel-defender-a-ciencia-e-ler-nietzsche-e-levar-ambos-a-serio/

 

 

O impacto de Nietsche no sec. XX

Osvaldo Giacoia jr. – invenção do contemporâneo

https://www.youtube.com/watch?v=H-osDVnX3w0

Publicado em 23/02/2013

O que o Nietzsche faz é mostrar para o homem moderno que Deus está morto, e que todos nós somos os seus assassinos.

 

 

 

 

Curso Livre György Lukács em 10 vídeos

Do Blog da Boitempo Em junho de 1971, exatamente 45 anos atrás, nos deixava um dos maiores filósofos marxistas do século XX. Passado quase meio século, sua obra se revela cada vez mais indispensável

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BBC - Friedrich Nietzsche - Humano, Demasiado Humano

Humano, Demasiado Humano é uma série de televisão produzida pela BBC. O Documentário apresenta a vida de três proeminentes filósofos europeus: Friedrich Niet...

 

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Martin Heidegger - Humano Demasiado Humano BBC

O projeto do tratado Ser e Tempo, foi publicado em 1927 no mesmo ano que Minha Luta (Adolf Hitler). Este programa examina a vida e a filosofia de…

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Foucault e a Grécia Antiga: ouça a palestra "A cultura do eu", apresenta em inglês pelo filósofo

Na sua palestra sobre ‘’A Cultura do Eu’’ feita em Berkeley em 1983, Foucault formulou e reformulou…

COLUNASTORTAS.WORDPRESS.COM

Lembra-se da resenha detalhada d'A Arqueologia do Saber? Pois então, segunda tem uma seção nova resenhada!

Aproveite e leia tudo que já fizemos, você vai aprender o que é um discurso em seus detalhes e o que é um enunciado para Foucault. Já são 10 seções resenhadas!

 

A Arqueologia do Saber - Michel Foucault: resenha detalhada

Em 1969, A Arqueologia do Saber, de Michel Foucault, foi lançado. Logo após Maio de 68 e no limite de sua fase arqueológica, o autor tomou a iniciativa para…

COLUNASTORTAS.WORDPRESS.COM

 

 

52:42

Café Filosófico - Orgulho nosso de cada dia, com Leandro Karnal

por Edenilson Morais

 

Hamlet de Shakespeare e o mundo como palco - Leandro Karnal

por Hugo Alves

 

1:56:16

O Ódio no Brasil -- Leandro Karnal ( inscreva-se no canal )

por Uma dose de inteligência

 

2:12:34

7 Pecados Capitais - A inveja e a tristeza sobre a felicidade alheia - Leandro Karnal

por Nádima Andrade

 

 

7 Pecados Capitais - A inveja e a tristeza sobre a felicidade alheia - Leandro Karnal

Inveja. Eis um dos sentimentos mais torpes e difíceis de serem eliminados da alma humana. Trata-se de...

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Aula 2 | Derrida50 | Filosofia em Transe

Panorama geral sobre a filosofia francesa no século XX. Livros citados: Alain Badiou, "A aventura da filosofia francesa" Frederic Worms,…

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Para entender um pouco sobre história, filosofia, ciência e arte, você não precisa gastar tanto tempo assim. Conheça o canal do Philos no YouTube! Toda semana temos uma novidade para você! Inscreva-se: http://bit.ly/PhilosNoYouTube#PensoLogoAssisto

 

 

Penso, Logo Assisto! Bem-Vindo ao Philos TV

Para entender um pouco sobre história, filosofia, ciência e arte, você não precisa gastar tanto tempo assim. O canal do Philos no YouTube traz cultura e…

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Voltaire - O filósofo ignorante

Produzido por Julio Cezar Lazzari Junior E-mail: juliolazzari81@gmail.com

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O bem humano e a busca pela felicidade: uma lição de Aristóteles

Veja aqui o primeiro post com o vídeo sobre a busca pela felicidade na Filosofia grega Por Eduardo Wolf Em que consiste nossa felicidade? A

CULTURA.ESTADAO.COM.BR

 

Déconstruction et phénoménologie. Derrida en débat avec Husserl et Heidegger par Françoise Dastur

La déconstruction n'est pas une méthode, elle n'est pas plus un acte ou une opération : la déconstruction est un événement. Ce terme, associé à Derrida, est…

FRANCECULTURE.FR

 

 

Heidegger: De camino al pensamiento

Un documento clave para comprender la historia de la filosofía contemporánea.

YOUTUBE.COM · 3.722 COMPARTILHAMENTOS ·17 DE JULHO DE 2013

 

 

 

TV CULT investiga Jacques Derrida - YouTube

Alexandre Costa shared a video

 

IMPERDÍVEL : AULA TRADUZIDA DO DELEUZE SOBRE O ANTI-ÉDIPO .

Pensamos que saúde mental não é algo espontâneo. Muito menos congênito.…

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FORCASDAVIDA.BLOGSPOT.COM

 

 

 

 

 

 

 

Michel Foucault Por Ele Mesmo - (Michel Foucault Par Lui Même)

Minha felicidade e realização - ver uma criança feliz. Anisia Nascimento Conselho tutelar, um chamado, uma missão de amor às nossas crianças e adolescentes. ...

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Foucault entrevistado por Alain Badiou

https://www.youtube.com/watch?v=pkFC6tH_of8

Parte II- https://www.youtube.com/watch?v=41-cPCyC12Q

 

Michel Foucault: Filosofía y psicología 1/2

Michel Foucault es entrevistado por Alain Badiou en 1965

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Foucault, Deleuze e Derrida

Neste Vídeo a filosofa Scarlett Marton explica um pouco da filosofia desses três grande monstros do ocidente. Em que medida eles ainda são úteis para o pensamento contemporâneo?

 

Roberto D'Ávila entrevista Leandro Karnal- Globo News- 20/07/16

Roberto D'Ávila entrevista Leandro Karnal no Globo News em 20/07/2016 Inscreva-se no nosso canal do youtube https://goo.gl/UWVOR6 Curta nossa fã…

 

 

 

 

Aqui vão os quatro encontros do Café Filosófico - Versão TV Cultura - sobre "Mal-Estar, Sofrimento e Sintoma":

Sofrimento e Mal-Estar com Christian Dunker
https...

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a lógica do condomínio, com vladimir safatle (versão tv cultura)

VIMEO.COM|POR CPFLCULTURA

 

 

 

 

Tirer parti de Max Weber : Partie I

youtube.com

Société Louise Michel Rencontre avec Michael Löwy. Partie I. Tirer parti de Max Weber. Le 24 septembre 2013, au Lieu-dit, Paris. Intervenants : Michael Löwy ...

https://www.youtube.com/watch?v=bay7Wh8D-HM

 

Derrida: On The Private Lives of Philosophers

Asked what would he like to see in a documentary on a major philosopher, such as Hegel or Heidegger, Derrida replies he would want them to speak of their…

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Debate Entre Michel Foucault & Noam Chomsky — sobre a natureza humana

Histórico debate entre dois gigantes pensadores ocidentais. O filósofo Michel Foucault — filósofo,...

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[Conferência] - "Uma investigação sobre a natureza humana a partir da filosofia transcendental...

Immanuel Kant (1724 -1804) filósofo alemão, geralmente considerado dentre os maiores filósofos da era moderna. Resumo da conferência: A filosofia...

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Amei

 

 

 

Slavoj Žižek. The Return To Hegel. 2009 1/16

http://www.egs.edu/ Slavoj Žižek speaking about Hegel and Hegelian concepts of history and historicity, drawing not only on the works of Marxs Grundrisse and...

 

YOUTUBE.COM ·146 COMPARTILHAMENTOS

 

 

 

 

 

 

Slavoj Zizek Vs. David Horowitz | The World of Tomorrow | Debate

It was bound to end in disaster: two ideologues, one a communist and the other a neo-conservative, "do battle" over a skype link from a house in England…

https://www.youtube.com/watch?v=cE25ylnviks&feature=share

 
 
FILOSOFIA, ÉTICA, REALIDADE

 

Tem que ser divulgado... Raridade rara que vem de 1967... Sobre Heráclito, o da dialética... Em tempo: Filosofia das melhores

 

Heraclito, o Obscuro (um Curta sobre o filósofo Heráclito de Éfeso)

Heraclite l'obscur (Patrick Deval, 1967) Tunisia. 20 min. Zanzibar group (por GUERRILHA FILOSÓFICAwww.facebook.com/guerrilhaf)

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[CONFERÊNCIA] - Gilles Deleuze - "O que é o ato de criação" (legendas em português)

Gilles Deleuze (1925 - 1995) foi um filósofo francês. A célebre conferência, "Qu’est-ce que l’acte de création ?", sobre o cinema e o ato criativo, foi proferida em Paris em 17 de maio de 1987. &nb...

 

http://filosofiaemvideo.com.br/conferencia-gilles-deleuze-o-que-e-o-ato-de-criacao-legendas-em-portugues/

 

 

Amigos! Muito bom vídeo do canal Filosofia Hoje sobre alienação. Vale muito a pena assistir e o melhor é que vai ser disponibilizado um curso completo sobre o assunto! Clique para assistir

 

Debate Inicial - Alienação na Mídia Tradicional e Internet

Aula número 1 do curso Alienação na Mídia Tradicional e Internet. É um debate inicial com diversas questões deste curso. Interessante para todos nós que usam...

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Parte superior do formulário

 

Espelho meu!

 

Café Filosófico - Orgulho nosso de cada dia, com Leandro Karnal

Recomendo aos orgulhosos de plantão a aos que fingem a si próprios que não o são:

"Um dia, o mais belo arcanjo, lúcifer, disse eu ao invés de nós. surgia o ser individual que se destacava da criação e buscava um lugar de consciência de si, onde antes só havia o coletivo da criação. iniciava-se a história. Na mitologia religiosa, o mensageiro do mal preside ao pecado original da soberba e da vaidade. O mundo contemporâneo rebatizou a soberba como autoestima e a necessidade de se amar acima de tudo, como repete o mantra de quase toda a literatura que vende felicidade em drágeas nas bancas dos aeroportos. a humildade, o recato e a modéstia passaram de virtudes a deficiências de lítio. o encontro trata do mais original e primordial de todos os pecados, o orgulho, capaz de seduzir a todos, especialmente aqueles que se consideram humílimos. de atributo maléfico, o orgulho virou parte do mundo burguês contemporâneo. a virtude/defeito erigiu estátuas, criou biografias e deleites pessoais. Perdida a inocência/humildade original, resta o anseio pelo nós, rejeitado pelo pai da mentira, ou seja, pelo pai de todos nós. Filhos legítimos do individualismo orgulhoso, lutamos pela adoção de um mundo humilde e voltado ao outro, ou seja, o mundo oposto a todos nós. Apátridas,vagamos fixados na miragem do humilde modelo criado por nós, que insiste em estar além do espelho borgiano; parte deste aleph pode ser encontrado ao se destrinçar o fascinante mundo do orgulho.

Com Leandro Karnal: historiador, doutor em história social pela USP, professor da Unicamp e autor de diversos livros.

https://www.youtube.com/watch?v=gnJny32sjAQ

Orgulho nosso de cada dia, com Leandro Karnal (versão tv cultura)

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Leandro Karnal - Temor e Tremor - CPFL Cultura

Temor e Tremor - Há no homem uma fratura profunda: somos um poço que contempla o céu. Não sabemos quem somos, nem porque aqui estamos. Esta ...

www.youtube.com

 

 

 

CAFÉ FILOSOFICO – OUT 02 -2014 – Leandro Karnal

http://www.cpflcultura.com.br/wp/?aovivo=leandro-karnal-o-mal-primordial-o-orgulho-nosso-de-cada-dia

A soberba precede à ruína; e o orgulho, à queda.

As palavras agradáveis são como um favo de mel; doçura para a alma e saúde para os ossos.Há caminhos que parecem retos ao homem e, contudo, o seu termo é a morte.
A fome do trabalhador trabalha por ele, porque sua boca o constrange a isso.

Provérbios 16:24-26 - https://www.bibliaonline.com.br/vc/pv/16

 


Uma Conversa Entre C.G. Jung e Mircea Eliade

Aos 77 anos de idade, o Professor C. G. Jung nada perdeu de sua extraordinária vitalidade, de seu surpreendente espírito juvenil.

MONOMITO.ORG

 

 

Wittgenstein (1993) PELICULA COMPLETA subtitulos español.

Ludwig Josef Johann Wittgenstein (Viena, Austria, 26 de abril de 1889 — Cambridge, Reino Unido, 29 de abril de 1951) fue un filósofo, matemático,…

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Jean-Paul Sartre é tema de telefilme e livro inédito no Brasil - Cultura - Estadão

Docudrama sobre filósofo francês trata de seu engajamento político e ensaio aborda a questão da subjetividade; veja trailer

 

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ESTADÃO · 443 COMPARTILHAMENTOS ·24 DE JULHO DE 2015

 



 

Estudos Filosóficos: “A Banalidade do Mal e sua tenebrosa atualidade” – Reflexões na companhia...

“A cada nascimento vem ao mundo algo singularmente novo.” HANNAH ARENDT, “A Condição Humana” Julgo que Hannah Arendt legou à…

ACASADEVIDRO.COM

 

 

Romero Venancio‎ para FILOSOFIA, ÉTICA, REALIDADE

Uma entrevista sobre filosofia, ciência, sabedoria e racionalidade com Paul K. Feyerabend Recomendo!!!

 

Entrevista com Paul Karl Feyerabend - autor do clássico “Contra o método”- em Roma (1993) legendada em português

A entrevista e o texto de apresentação (abaixo) foram traduzidos do alemão por Adriano Steffler, e…

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Contra o Método - Galileu Galilei e Paul Feyerabend "O Impossível é possível" BR8

 

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https://www.youtube.com/watch?v=I5VPtHoLYtM

 

 



 

Cientificismo sim, positivismo não! Denúncia de arrogância filosófica por ignorância científica!

“O seguinte texto foi apresentado na VI Jornada Filosófica no colóquio estudantil de epistemologia. Note-se também que o texto foi corrigido graças aos comentários e críticas feitas pelo meu …

UNIVERSORACIONALISTA.ORG ·3.273 COMPARTILHAMENTOS

 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=ucRk2NpCn4Q

 

Foucault por ele mesmo 5 - Filme de e sobre Michel Foucault

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O Mal [Metafísico-Moral] na Filosofia - Aula1 (Parte 1-7)

Filosofia Prof. Dr. Clóvis de Barros Filho - Fonte:http://espacoetica.com.br - Follow me on Twitter:http://twitter.com/senzalamundi

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Romero Venancio‎ para FILOSOFIA, ÉTICA, REALIDADE

 “Em si, na verdade, o livro não se apresenta como um romance, e sim como um monólogo. Um homem julga sua vida e a partir dela julga a si mesmo”
Albert Camus. Sobre “A Náusea” de Sartre.
Segue uma necessária e inteligente aula do prof. Franklin Leopoldo e Silva (USP) sobre a obra romanesca primeira de Sartre... Minha aula na noite. Recomendo!!!

 

Jean-Paul Sartre — A Náusea, por Franklin Leopoldo e Silva

Em 1938, Jean-Paul Sartre publicara o romance La Nausée (A Náusea) que apresentara, em forma de ficção, o tema da contingência, tornando-se seu…

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Friedrich Nietzsche, Martin Heidegger e Jean-Paul Sartre - BBC - (legendas em...

Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844 -1900) foi um filósofo alemão do século XIX. Martin Heidegger (1889 - 1976) foi um filósofo alemão do século XX. Influenciou...

FILOSOFIAEMVIDEO.COM.BR

 

 

 

Nietzsche e o Sofrimento

Friedrich Nietzsche foi um filósofo alemão que viveu de 1844 até 1900.Ele dizia que todo tipo de dor são bem vindos no caminho para o sucesso diferentemente ...

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AULA INAUGURAL 2014 / FILOSOFIA/USP

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Neri Pies

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Para quem gosta de filosofia.

 

Documentários sobre Nietzsche, Heidegger e Sartre que você deveria assistir

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Peter Sloterdijk e o Pensamento Contemporâneo

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Alexandre G. Nordskog to ‎AGAMBEN, Giorgio - Sentidos de sua obra

 

Giorgio Agamben - "O conceito de Estado de Exceção" - Rede Puc

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Giorgio Agamben (1942) é um filósofo italiano, autor de obras que percorrem temas que vão da etética à política. Seus trabalhos mais conhecidos incluem…

 

 

 

Ricardo Timm de Souza

 

Não concordo com a redução a uma "teologia negativa", mas a apresentação é interessante.

 

''Lo inmemorial'' y el ''Otro'' en Emmanuel Levinas. Teología negativa

http://elespiritudelchemin.wordpress.com/realidad-arte-y-conocimiento/

 

 

Hoje na História: 1940 – Filósofo alemão Walter Benjamin comete suicídio

Vítima da opressão humana, só teve seu trabalho reconhecido postumamente

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/24542/hoje+na+historia+1940++filosofo+alemao+walter+benjamin+comete+suicidio.shtml

Hoje na História: 1940 – Filósofo alemão Walter Benjamin comete suicídio

Max Altman | São Paulo - 27/09/2012 - 08h10

Vítima da opressão humana, só teve seu trabalho reconhecido postumamente

 

Wikimedia
Walter Benedix Schönflies Benjamin, ensaista, crítico literário, tradutor, filósofo e sociólogo judeu-alemão, se suicida na pequena cidade catalã de Portbou, em 27 de setembro de 1940, morrendo aos 48 anos.

Combinando a teologia, a filosofia da linguagem e o marxismo, foi testemunha viva de uma época em pleno caos. O que é empurrou Benjamin a se suicidar por envenenamento de morfina na noite de 26 de setembro de 1940 ma fronteira entre França e Espanha? Por que esse homem que amava tanto as palavras quanto as mulheres preferiu renunciar à vida?

Originário de uma família judia alemã, fez em Berlim e Munique estudos de Filosofia até o seu doutorado sobre o  romantismo alemão. Sua tese foi mal acolhida e não lhe permitiram galgar um posto de professor na universidade.

Em 1914, quando eclode a Primeira Guerra Mundial, fica marcado pelo suicídio de diversos de seus amigos. Trava conhecimento com Gershom Scholem, que se tornaria especialista mundial da mística judaica e da cabala. Dos diálogos, Benjamin extrairia uma reflexão teológica que aplicaria à linguagem. Paralelamente se interessa pelo pensamento marxista, estimulado pelo seu encontro com a revolucionária ucraniana Asja Lacis.

Grande viajante, coleciona brinquedos, se envolve com o jogo e aprecia o haxixe. Admirador de Kafka e de Klee, percorre a Europa entre as duas guerras sem jamais parar de escrever, buscando em vão ser reconhecido, ser entendido. Malgrado as amizades com Bertold Brecht, Ernst Bloch e Hannah Arendt, mal conheceu a felicidade. Exilado e pobre, drogado e mal-amado, tentou diversas vezes se suicidar.

Quando Hitler assume o poder, seus amigos se refugiam no estrangeiro. Expulso da Alemanha se fixa em Paris, cidade de Baudelaire e Proust, autores que traduz e comenta habitualmente. Contudo, a França é ocupada. Seus amigos filósofos Adorno e Horkheimer conseguem-lhe um visto norte-americano. Tarde demais. Só lhe resta a fronteira espanhola para fugir. É preso. Aquele que sua mãe chamava de “senhor Desastrado”,  não teve forças para suportar mais esta prova. Preferiu morrer a ser entregue à Gestapo.

Vítima da opressão, escolheu se matar, quando, após deixar a Paris ocupada, foi detido pelos guardas de fronteira espanhois, que recusaram a sua entrada. Preferindoa morte à Gestapo, tomou pílulas no hotel em que o grupo de judeus que acompanhava aguardava a deportação.

Foto:

 

Wikimedia Commons
A vida de Benjamin se constituiu numa série de mal-entendidos. Seria necessário vários anos após sua morte para que fosse reconhecido seu gênio e a modernidade da obra deste homem de múltiplos talentos.

[À esquerda: Memorial em homenagem ao filósofo em Portbou]

Ao lado de uma abordagem sociológica, desenvolveu uma filosofia da linguagem que insiste nas funções “místicas”. O crítico ou o tradutor tem por vocação de “liberar a linguagem pura cativa nas obras”. A palavra é capaz de conduzir ao divino quando é expressa em sua natureza mais pura. Assim, a palavra do poeta ou do escritor designa as coisas em sua verdade. Sua teoria se inspira no romantismo de Goethe, de Hölderlin e na tradição judaica.

Benjamin explica que com o desenvolvimento de novas formas de arte como a fotografia e o cinema, a arte pode ser reproduzida ao infinito e perde desse modo seu caráter sagrado, sua “aura”. Em contraposição, a arte torna-se mais acessível e se abre a todos. Devido a esse progresso técnico, a arte torna-se propriedade das massas e confere ao espectador uma nova responsabilidade, a de julgar a título individual a autenticidade de uma obra.

As traduções e comentários de Benjamin acerca de Baudelaire, Proust, Green, Kraus ou Kafka, as passagens parisienses que se tornaram  “teatro de todos os seus combates e todas as suas reflexões”, constituem ocasiões para aprofundar suas teses sobre a História. Ele considerava que o presente só se explicava com a ruptura com o passado. Por exemplo, à luz do surrealismo, a história é compreendida de maneira diferente. Isto se aplica em particular a sua época, que ele denuncia ser de opressão e violência.

Para Benjamin, a opressão não é exceção mas a regra, uma regra que se perpetua porque pode ser apresentada como um progresso histórico – o fascismo ao seu tempo ; a globalização ou o terrorismo, nos dias de hoje. “Aqueles que não querem ver que certas coisas sejam ainda possíveis no século 20” não trilham o caminho do conhecimento. Seu espanto nada tem de filosófico, não constitui o início do conhecimento, a menos que se deem conta que a visão da história que torna possível o objeto de seu espanto – fome, guerra, etc. – seja insuportável.

Benjamin atém-se ainda ao contexto da luta de classes e da identificação clara do inimigo. Atualmente, é mais difícil identificar claramente o fascismo, porém o pensamento de Benjamin encontra sempre aplicação: o terrorismo é condenável mas ele se abriga sob o manto da libertação da opressão e da contestação ao imperialismo. A globalização é justamente condenada pelos altermundialistas, no entanto ela carrega em si uma esperança de redenção da humanidade sofredora.

Anna Maria Monteiro O que Foucault irá propor, contudo, é justamente questionar estas evidências sobre o que ele denominou como “hipótese repressiva”. O autor irá apontar que o próprio fato de falar sobre sexo enquanto forma de produção de uma verdade do indivíduo se conf...

 

Sexualidade e verdade em Foucault

Como a repressão sexual constitui a sexualidade do sujeito moderno? É correto dizer que o poder, no que...

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Sexualidade e verdade em Foucault

Como a repressão sexual constitui a sexualidade do sujeito moderno? É correto dizer que o poder, no que toca a questão sexual, tão somente interdita? Foucault questiona certas evidências acerca da hipótese repressiva e analisa como certos regimes de produção de verdade estão implicados no dispositivo da sexualidade.

by Beatriz Bagagli Published maio 25, 2015outubro 27, 2016 2 Comentários

Michel Foucault combate a hipótese repressiva do poder..

Foucault[1] apresenta algumas características comumente associadas à repressão sexual: condenação ao desaparecimento, injunção ao silêncio, afirmação da inexistência de modo a fazer com que, do assunto (sexual) reprimido, não haveria nada a dizer, ver ou saber. “Interdição, inexistência e mutismo”. A repressão sexual desvelaria a típica hipocrisia burguesa, que apenas faz concessões às sexualidades ilegítimas limitadas a espaços circunscritos. A própria repressão sexual está associada com o advento da ordem da dominação burguesa.

O próprio fato de falar sobre sexo concederia deliberadamente um certo estatuto de subversão às normas por parte de quem enuncia, como se o sujeito que falasse sobre sexo pudesse se colocar para fora do poder. É como se ao falar sobre a opressão sexual, se conjurasse automaticamente um discurso sobre a libertação sexual. Almeja-se assim, através do próprio discurso que afirma que há repressão, uma liberdade que se promete e se almeja, frente a esta realidade presumidamente excessivamente castradora.

O que Foucault irá propor, contudo, é justamente questionar estas evidências sobre o que ele denominou como “hipótese repressiva”. O autor irá apontar que o próprio fato de falar sobre sexo enquanto forma de produção de uma verdade do indivíduo se configura como uma prática implicada em relações de poder-saber, e não fora delas como a princípio a hipótese repressiva poderia supor. “Ironia do dispositivo da sexualidade”, pontua. Isto porque, para Foucault, qualquer forma de revelação da verdade não pode ser tomada como uma evidência de uma espécie de libertação do sujeito das relações de poder. Ao contrário, a produção da verdade é entendida já implicada nestas relações.

Não se trata, neste processo, de apenas contrapor a hipótese repressiva e dizer então que o sexo não seria reprimido. Foucault não nega que o sexo tenha sido reprimido. Não se trata para ele dizer que tudo foi uma espécie de ilusão; o que o autor propõe de novo é questionar a centralidade da interdição do sexo na constituição da sexualidade do sujeito moderno, compreendendo que o poder faz algo mais do que apenas dizer “não”.

O que o autor de fato busca estudar é o funcionamento tão peculiar e mesmo paradoxal destes discursos sobre o sexo, nos quais se afirmam simultaneamente reprimir o sexo para então criar a necessidade de libertá-lo: ao “falar prolixamente do seu próprio silêncio” e “obstinar detalhar o que não se diz”. Neste caminho, se objetiva perceber quais “caminhos o poder consegue chegar às mais tênues e individuais das condutas”. Neste aspecto, Foucault cita o exemplo da confissão religiosa como uma forma de se falar sobre o sexo de uma forma extremamente complexa: não evidentemente sem prudência, mas em todos os seus aspectos, correlações e efeitos nas mais finas ramificações. Ao dizer que não há silencio absoluto em relação ao sexo, Foucault pretende analisar como as “formas de não dizer” são administradas: haveria uma organização não completamente aleatória da partilha de quem pode ou não falar sobre sexo.

O autor aponta o funcionamento injuntivo da formulação de todo desejo enquanto discurso como típico de nossa sociedade moderna. E desta vez, não se trataria tão somente de discursar sobre o sexo tendo em vista sua moralidade (como nas práticas de confissão cristã), mas também em função de uma racionalidade científica. Assim, sexo passou a não apenas ser passível de julgamento, mas também de ser gerido ou administrado, de ser inserido num sistema que garanta sua utilidade ou bom funcionamento. Sexo se torna uma questão de Estado em um sentido forte: é preciso governar o que se entende por “população”; seus índices no que se referem à taxa de natalidade e fecundidade, por exemplo, na medida em que são tidos como passíveis de serem geridos, tocam inevitavelmente às práticas sexuais dos indivíduos.

O próprio discurso, como pontua Foucault[2], é produzido sob determinadas regras de controle de sua aparição, organização e redistribuição. Isto porque o discurso guarda em si uma potencialidade ou um caráter “perigoso”, como pontua Foucault, devido sua materialidade. Desta forma, se por um lado, em História da Sexualidade 1, Foucault nos mostra como falar sobre sexo é menos revolucionário do que se poderia a princípio achar, o discurso em si é regulado de modo a tolher alguns de seus efeitos próprios, a fim de se garantir sentido, coerência, estabilidade e mesmo a própria verdade. Regulação esta que chegaria a tal ponto a fazer Foucault afirmar a existência de uma logofobia típica de nossa civilização. Estas práticas de regulação do discurso desvelam um profundo temor em relação ao que há de mais incontrolável, desordenado, violento e descontínuo nas práticas discursivas.

Há, segundo o autor, certos mecanismos que atuam de forma externa ao próprio discurso, como os de exclusão, que incluem a interdição em que o direito ao acesso a enunciação é restringindo e a separação/rejeição, que se refere à palavra do louco que circula e é significada de formas distintas das demais pessoas. Por fim, um terceiro mecanismo externo de exclusão é em relação à distinção verdadeiro e falso que curiosamente, segundo o autor, é o menos debatido. Essa vontade de verdade é conduzida pelo modo como o “saber é aplicado em uma sociedade, como é valorizado, distribuído, repartido e de certo modo atribuído”.

Referências bibliográficas

[1] FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro. Trad. Maria Thereza da Costa Albuquerque e J.A. Guilhon Albuquerque. Edições Graal, 1988. 

[2] ____. A ordem do discurso. Trad. Graciano Barbachan. (data da digitalização: 2004). Coletivo Sabotagem. 1970.

 

 

 

  

 

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O  sociólogo Laymert Garcia dos Santos, doutor pela Oxford University e professor titular da Unicamp tem nos brindado com vários artigos e um brilhante livro sobre este processo, tendo, recentemente comparecido ao Programa “Invenção do Contemporâneo”na TV Cultura, no qual apresentou seu olhar nesta  além-modernidade.

 (http://www.cpflcultura.com.br/2009/08/04/integra-modernidade-e-a-dominacao-da-natureza-laymert-garcia-dos-santos/)

 

 

 

 

 

 

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